DFB Festival 2017: Resumé do Dragão Fashion Brasil 2017

SINTONIZE-SE 24 de junho de 2017 Por Jullyan Garcia

Falar de moda é muito especial para a minha pessoa. Sou iniciado no mundo de mídias e imprensa, por causa da moda. O mundo fashion me pegou há muito tempo, para deixar registrado desde que me conheço por gente (como diz minha mãe), e foi por meio da moda que entrei para o comando dessa coluna. Antes, quando era apenas um blogueiro (que ainda sou) e cobria apenas o mundo da moda e das celebridades, eu me sentia confortável com o que fazia até aquele momento, mas aí veio o convite de uma amiga (bjus, Aline Filgueiras), e tudo mudou, minha vida mudou, ao entrar para O Divulgador, tudo na minha perspectiva de moda e celebridades ganhou uma grande proporção. Hoje não falo sobre moda o tanto que eu gostaria, mas amo! Saibam que amo esse mundo de glamour, luxo, tecidos, linhas, cores e sonhos.

(Foto: Patrícia Curvelo)

Encare esse texto a seguir como um conto, uma crônica, e você verá muito mais do que apenas um texto.

Era uma vez. Ah! Não Jullyan, nada de era uma vez, vamos ser mais realistas!!!

Não posso transformar os sonhos dos estilistas em algo apenas “real”, tenho que ser surrealista, para ser leal aos sonhos que foram desfilados na passarela do Dragão Fashion. Então é ERA UMA VEZ e assim podemos começar.

Uma mulher com um vestido lindo preto todo bordado em pedrarias, que demorou meses para ficar pronto e feito sob medida, pois cada mulher é especial e toda mulher merece um vestido para chamar de seu, só seu. Mas essa mulher que é forte e decida gosta de ser atrevida, e também anda por aí com alguma transparência para chamar atenção e despertar a imaginação de quem quer que olhe para ela.

(Foto: Roberta Braga)

O pôr do sol, fez com que as águas do mar, ficassem irresistíveis. A areia chamou os pés da mulher, os pés ficaram aliviados por sair da prisão dos sapatos de saltos altíssimos. Ela já estava de biquíni por baixo da sua roupa de renda branca e detalhes bordados, foi muito fácil tirar e se jogar nas águas que já previam o crepúsculo do dia. Mas a mulher não podia ficar ali, só absorvendo as energias da natureza e tinha que acordar para vida, pois ela é uma mulher de atitude e vai protestar contra a opressão. Como ela vai protestar? – Usando a moda como a melhor arma. – Com essa arma ela pode declarar para o mundo, que ela é forte e vai lutar por dias melhores, por um mundo melhor.

FIM.

Usei o conto acima para ilustrar em texto, como a moda foi apresentada no DFB 2017. O que posso destacar: bordado, nós veremos muito bordado no Brasil nos próximos meses. Transparência, de várias formas e em vários locais do corpo, até nos homens. E o mais importante que é a questão de usar a roupa como forma de protesto, de luta pelos direitos, de buscar o que é certo para que todos possam conviver melhor.

O DFB Festival fez muita gente feliz! Eu notei grandes sorrisos pelos corredores do Terminal de Passageiros, um evento de moda, que apresenta muito mais que moda, apresenta todo um novo jeito de se fazer um evento, realmente um festival.

(Foto: Roberta Braga)

Esse foi o décimo DFB que marquei presença e, mais uma vez tive a estranha sensação do novo. Era como se fosse a primeira vez. Era como se tudo fosse novo. Era como ganhar um brinquedo novo, era a felicidade, era a satisfação de fazer algo que se ama, que proporciona prazer. Apesar de ser a décima vez, a alegria era inédita, era espontânea, era completa.

Paulo Bragança, Claudio Silveira, Patrícia dos Anjos e Jullyan Garcia (Foto: Goretti dos Anjos)

Muito obrigado ao portal O Divulgador por tamanha felicidade. Paulo Bragança foi show. Obrigado a todos vocês que gastam alguns minutos para ler minhas palavras aqui na coluna Sintonize-se é um prazer escrever para vocês.

Curtam, compartilhem, e sigam O Divulgador, a coluna Sintonize-Se e meu Instagram @jullyangarcia um abraço e até logo.